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DIAGNÓSTICO EM DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

28 e 29 de outubro de 2017

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O diagnóstico em Disfunção Temporomandibular é essencial para o sucesso do tratamento do paciente.
Devido às inúmeras classificações existentes e aos diferentes sistemas de diagnóstico houve necessidade de criar em 1992, um sistema de classificação que fosse objetivo e calibrado, tendo sido essa a função inicial do RDC/TMD quando foi criado. A publicação do RDC/TMD é até hoje uma das mais citadas de sempre na área da Medicina. Apesar do RDC/TMD ser uma das ferramentas mais validadas na área da disfunção temporomandibular, apresenta uma utilização claramente de investigação e menos clínica. O que procuramos numa ferramenta de diagnóstico além da sua validação é a sua universalidade e utilização não só em investigação, mas também no consultório ou na clínica e essa resposta foi a transformação do RDC/TMD no DC/TMD.

Como resultado de vários anos de pesquisa e de evidências científicas, teve origem o Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (DC/TMD).
É essencial para uma colaboração entre profissionais de saúde um sistema de diagnóstico universal e de fácil utilização como referimos anteriormente o DC/TMD surge como uma modificação do original RDC/TMD, contendo adições, modificações e exclusões significativas. O DC/TMD é, assim, um protocolo de avaliação suportado por evidências científicas, mas com uma forte componente clínica e prática.

É utilizado na avaliação clínica, facilitando as comunicações durante a consulta e entre profissionais e permitindo uma verdadeira abordagem multidisciplinar.

É constituído por dois eixos:

  • O eixo I avalia a existência de patologia física, associada à disfunção temporomandibular, sendo uma ferramenta de questionário clínico com exame clínico, simples e confiável. Apresenta valores de especificidade e de sensibilidade superior ou igual a 0,95. É essencial integrar a ideia de múltiplos diagnósticos para o mesmo paciente. A facilidade de diagnóstico criada pelo Diagnostic Criteria e do seu sistema de classificação entre o questionário clínico e o exame clínico torna altamente simples a sua utilização.
  • O eixo II possibilita a identificação de fatores psicossociais e comportamentais do doente. Analisa hábitos parafuncionais, intensidade da dor, incapacidade associada à dor, funcionamento mandibular, a dor generalizada e a angústia psicossocial. É notório o caráter fortemente preditivo do eixo II tal como publicado por investigadores como Daniele Mafredini, avaliando a necessidade de um tratamento simples ou conjugado.

PROGRAMA

28 de outubro 2017

9h – 13h

  • Introdução ao DC/DTM;
  • Anatomia básica complexo crânio-mandibular;
  • Biomecânica da ATM;
  • Eixo I: Teoria.

14h – 18h

  • Eixo I: Visualização de vídeo de demonstração;
  • Eixo I: Demonstração;
  • Eixo I: Prática clínica entre formandos.

29 de outubro 2017

9h – 13h

  • Eixo I: Prática clínica.

14h – 18h

  • Eixo II;
  • Feedback do exame clínico do Eixo I;
  • Discussão.

Notas:

Número mínimo para a realização do curso: 10
A não frequência de um ou mais módulos não dá direito a qualquer reembolso nem ao diploma final.
As inscrições encerram 15 dias antes da data do curso.
Caso não se verifique o número mínimo de inscritos, a data do curso poderá sofrer alterações.

28 e 29 de outubro de 2017

Coimbra

9h - 18h30 (Carga Horária: 17h)

(coffee-breaks incluídos)

mínimo de 10 inscrições

300€ (isento de IVA)

Fisioterapeutas, Médicos, Médicos Dentistas, Osteopatas, Terapeutas da Fala

oriseducare@orisclinic.com

239 826 740

967 877 981

Formadores

Dr. André Almeida

Médico Dentista

Dr. Tiago Oliveira

Fisioterapeuta